sexta-feira, 15 de julho de 2011

Honda City 2012 chega por R$ 53.620

Honda City 2012 chega por R$ 53.620
Linha mantém preço e não ganha mudanças

Honda
Visual da linha 2012 do Honda City permanece o mesmo
Já está nas concessionárias a linha 2012 do Honda City, mas talvez você nem tenha notado ao ver. Isso porque tudo continua igual no sedã, que mantém as quatro versões de acabamento (DX, LX, EX e EXL) e parte de R$ 53.620 na opção manual, com versão topo de linha por R$ 72.625 com câmbio automático. Para todas as opções, o motor é o i-VTEC flex 1.5 de 115/116 cv de potência e 14,8 kgfm de torque, com câmbio manual ou automático (exceto na topo de linha, apenas automática).
Também de série no modelo são os duplos airbags frontais, apoios de cabeça, ar-condicionado, rodas de liga-leve e vidros, travas e retrovisores elétricos. As versões DX e LX têm freios dianteiros a disco e traseiros a tambor, já as versões EX e EXL vêm equipadas com freios a disco nas quatro rodas, ABS e EBD (distribuição eletrônica de frenagem).
Com tem três anos de garantia, sem limite de quilometragem, o City 2012 estará disponível nas cores branco taffeta sólido, dourado poente metálico, prata global metálico, grafite magnesium metálico, cinza paladium metálico, preto cristal perolizado e verde deep perolizado.
Confira os preços da linha 2012 do City:
  • Honda City DX manual - R$ 53.620
  • Honda City DX automático - R$ 57.500
  • Honda City LX manual - R$ 57.420
  • Honda City LX automático - R$ 61.300
  • Honda City EX manual - R$ 62.975
  • Honda City EX automático - R$ 66.855
  • Honda City EXL automatic - R$ 72.625

Renault Fluence 2.0 16V

O melhor, ao menos por enquanto…


Daniel Messeder, editor de AE
Ainda não dirigi o Hyundai Elantra, nem o novo Civic. Por isso, é cedo para afirmar se eles serão as novas referências entre os sedãs médios. Mas o fato é que, enquanto eles não chegam, este posto pertence ao Fluence.
O grande mérito do carro da Renault é o equilíbrio. Ele não tem um ponto fraco que chame atenção, como o câmbio automático do Peugeot 408 ou o fraco motor 2.0 8V do Jetta. Pelo contrário, pense no que é importante num sedã médio. Espaço? Com 4,62 m, o Fluence tem porte imponente e, com 2,70 m de entreeixos, oferece lugar decente para até três ocupantes no banco de trás, (dois adultos e uma criança), com direito a saída de ar exclusiva. Porta-malas? Gigantesco, com 530 litros (aferidos). Equipamentos? Ar digital de duas zonas, CD player com entradas auxiliar e USB, GPS de painel, bancos de couro, faróis de xenônio, teto-solar, seis airbags, ABS, ESP… Conforto? Temos um câmbio automático isento de trancos (CVT) e baixo ruído interno, sem falar na suspensão que tem bom relacionamento com buracos.
Não bastassem essas qualidades, o Fluence ainda agrada no restante. Apesar da suavidade do CVT, o desempenho é de primeira, com saídas espertas e reserva de força para as ultrapassagens. A direção elétrica é muito bem ajustada, leve nas manobras e firme nas curvas rápidas. Falei em curvas? Pois o Fluence também é equilibrado nesse ponto, com baixa rolagem da carroceria e bom grip dos pneus Continental 205/55 R17. Para não dizer que não tenho críticas, acho o câmbio CVT meio monótono (meu número seria a versão manual de seis marchas) e o quadro de instrumentos é sem graça e inclinado para cima, como se fosse de minivan. Mas isso é “pelo em ovo”.
Some as qualidades do Fluence ao preço competitivo que a Renault o posicionou e temos um potencial campeão de vendas, certo? Nem tanto… Ao menos por quanto, os emplacamentos estão bem abaixo da expectativa de 1.800 carros/mês. Mas a Renault diz que o modelo tem filas de espera nas concessionárias, e que o problema está no ajuste de produção da fábrica argentina. A marca promete que até agosto poderá entregar aos menos 2 mil carros/mês para suprir a carência do mercado. Se vender menos que isso, será uma injustiça.
Elantra e novo Civic podem mudar essa história? Claro, mas pelo que vi desses carros eles têm mais apelo esportivo e menos familiar que o Fluence. Sem falar que Hyundai e Honda não acenam com preços tão camaradas quanto os da Renault. Fazendo uma previsão do futuro, vejo o Elantra tomando o lugar do “esportivo” Civic atual entre os mais consumidores descolados, e o Fluence conquistando quem curte a suavidade do Corolla, com custo-benefício mais atraente. Resta esperar.


E doida Mesmo